Os perigos de usar um paquímetro velho

Como um instrumento desgastado pode comprometer a precisão da sua linha de produção.

O paquímetro é um dos instrumentos mais usados no chão de fábrica e justamente por isso é também um dos que mais sofrem desgaste. Mesmo quando parece “funcionar”, um paquímetro antigo pode apresentar folgas nos trilhos, perda de paralelismo, deslize irregular e leituras inconsistentes. Esses desvios invisíveis geram erros que se acumulam ao longo do processo e comprometem o controle dimensional da peça.

O problema vai além da medição errada

Um paquímetro desgastado aumenta o retrabalho, eleva desperdícios, prejudica auditorias e coloca em risco a rastreabilidade da produção. O erro deixa de ser isolado e se torna sistemático — a peça parece correta, mas está fora do tolerado. Na prática, o operador confia no instrumento, mas o instrumento já deixou de ser confiável.

Reconhecer a hora de aposentar o paquímetro é essencial. Leitura que oscila, dificuldade de zerar, sensação de folga ou medições diferentes entre operadores são sinais claros de que o instrumento já não entrega precisão. Nesse momento, insistir no uso custa mais caro do que substituí-lo.

A INSIZE oferece paquímetros digitais desenvolvidos exatamente para resolver esse problema.

Leitura estável, repetibilidade confiável e construção reforçada para uso contínuo. 

Como distribuidor autorizado INSIZE no Brasil, a Workfer orienta você na escolha do instrumento ideal, garantindo controle dimensional real e segurança na produção.

Porque medir errado é sempre mais caro do que medir com precisão.

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